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SEMA
Publicado: Quinta, 25 de Junho de 2026, 21h45 | Última atualização em Quinta, 25 de Junho de 2026, 21h45 | Acessos: 23 | Categoria: Notícias
Sema-MT
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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) participou, nesta terça-feira, do evento “Do Decreto à Prática: Como se Preparar para as Novas Regras da Logística Reversa”, promovido pela Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt). A programação foi realizada na sede da Fiemt e incluiu debate com empresários, representantes do setor produtivo da Sema e especialistas da área.

O evento teve como objetivo esclarecer as novas regras da logística reversa, estabelecidas pelo decreto nº 2.156/2026.  A programação contou com uma apresentação do coordenador de Gestão de Resíduos Sólidos da Sema, Ricardo Carneiro, e do advogado Fabrício Soler, especialista no assunto.

A nova regulamentação foi construída através de um longo processo de debate iniciado em 2025, conduzido pela Câmara Técnica de Logística Reversa da Fiemt. Participaram das discussões representantes da indústria, associações nacionais, entidades gestoras e especialistas, com o objetivo de estabelecer diretrizes para a implementação, operacionalização e monitoramento dos sistemas de logística reversa. O processo buscou tanto valorizar toda a cadeia da reciclagem, como criar condições para ampliar os investimentos no setor.

Para o coordenador de Serviços e Gestão de Resíduos Sólidos da Sema, Ricardo Carneiro, o decreto vai além do cumprimento das obrigações ambientais e representa uma oportunidade de fortalecer a economia circular e a indústria da reciclagem no estado.

“Esse foi um primeiro passo muito bem elaborado porque não foi unilateral. Tivemos a participação da Fiemt e de diversos setores. Além disso, estamos falando de uma oportunidade de negócio para Mato Grosso, uma possibilidade de fortalecer o setor industrial voltado para a reciclagem”, destacou o coordenador.

Segundo Ricardo, um dos principais objetivos da regulamentação é ampliar o conhecimento sobre os fluxos de materiais e resíduos no estado, permitindo que governo e setor produtivo tenham informações mais precisas para orientar investimentos e políticas públicas.

“A partir do momento em que conseguimos mensurar os materiais que entram e retornam ao ciclo produtivo, passamos a ter respostas mais concretas para o Estado e para toda a cadeia produtiva”, explicou.

*Texto: Juliana Sanders com supervisão de Clênia Goreth

 

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